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Com relação aos indicadores a estabelecidos na organização, surgem algumas questões a serem resolvidas (5W2H):

  1. O que acompanhar e quais as faixas limítrofes (indicadores)?
  2. Por que acompanhar (correções/metas/projeções)?
  3. Onde acompanhar (dashboards)?
  4. Quando acompanhar (tempo presente, futuro ou histórico)?
  5. Quem irá acompanhar (o piloto do cockpit)?
  6. Como acompanhar (ferramentas/plataformas/sistemas)?
  7. Quanto custará (custo inicial de projeto/custo recorrente)?

Perceba que o monitoramento pode ser aplicado sobre a operação da organização, para acompanhamento e preservação da boa funcionalidade de produção. Porém, o monitoramento pode ir além disto e ser disponibilizado para processos de decisão estratégica. Isto ocorre quando os indicadores são vinculados às metas, projeções e manejo de imprevistos. Neste caso, caberia uma habilidade de inteligência do negócio, adicional às funções da gestão, para o manuseio das informações. Algumas ferramentas de Business Intelligence (BI) são dedicadas a facilitar o monitoramento e manuseio dos indicadores, nos aspectos operacional, gerencial e diretivo. Indo além, o BI poderia, por sua vez, ser associado a sistemas especialistas de Inteligência Artificial (IA), que é a nova frente promissora que está sendo compreendida neste momento. Entendo que a IA não é uma panaceia, uma vez que ela precisa ser ensinada antes e as informações, previamente trabalhadas por Business Intelligence, podem facilitar processos de migração para ela.

Gilberto Rigotti, consultor de gestão e sócio da Anechomai Consultoria, Assessoria e Treinamento Ltda.